• Estes são os posts do marcador "jogos inesquecíveis"
  • segunda-feira, 2 de agosto de 2010

    Eu Acredito

    Salve Nação Tricolor!!!

    Escrevi o texto desse link abaixo há algum tempo, mas tratando-se de Libertadores, ele cai como uma luva para a batalha de quinta feira.

    Leiam, relembrem o que foi aquele jogo: http://migre.me/11F7r

    O espírito tem que ser este. O placar não...as regras mudaram...

    Mas com certeza, é possível repetir o feito.

    #EuAcredito

    Vai Pra Cima Deles São Paulo!!!!

    Continue lendo >>

    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

    Jogos Inesquecíveis

    22 de junho de 2005

    O jogo é São Paulo e River Plate, válido pelas semi finais da taça Libertadores daquele ano.

    O Tricolor vinha muito bem na competição, com nosso capitão Rogério Ceni jogando tudo que sabia e um pouco mais. Aquele ano foi dele.

    Dessa vez, fomos eu, Junior, Arnaldo e Dani para o Maior do Mundo, e a confiança estava lá em cima. O time do River era de se respeitar, mas não de temer. Saca só a escalação dos dois times para o jogo:

    SÃO PAULO: Rogério Ceni; Fabão, Lugano e Alex; Mineiro, Renan (Souza), Josué, Danilo e Júnior; Amoroso (Alê) e Luizão.
    Técnico: Paulo Autuori.

    RIVER PLATE: Constanzo; Diogo, Ameli, Tuzzio e Dominguez; Mascherano, Lucho González (Ahumada), Zapata (Mareque) e Gallardo; Salas e Farías (Fernandez Gaston).
    Técnico: Leonardo Astrada.

    Como eu disse, só para respeitar. O problema para esse jogo, era que Cicinho estava servindo a seleção brasileira e Mineiro assumiu a lateral direita.

    No ano anterior, eu tinha ido contra o Rosário Central, jogo que já contei a história neste post, e da mesma forma, quando chegamos, o clima ao redor do Morumbi era de arrepiar.

    Torcida em peso, cantando, só esperando as "galinas" de Buenos Aires chegarem para dar aquela recepção....e que recepção, ônibus pedrejado, confronto com a PM...foi violento...mas se bem que para argentino, é pouco...(veja bem sou contra violência, mas argentino é chato)...

    Então fomos para nossos lugares, nas cadeiras azuis (dessa vez fiquei bem, nunca mais fico atrás do gol..rsrs), e esperamos um bom tempo para o jogão começar. E esperamos um pouquinho a mais, porque o River não queria entrar em campo....aquela velha catimba....

    E finalmente os dois times entraram em campo..detalhe, o tricolor entrou quando o River ainda fazia aquecimento...

    E começou o jogo, e com ele, o nervosismo...Amoroso, recém chegado ao tricolor, fazia sua apresentação logo contra os argentinos...

    O tricolor não jogava mal, mas também não chegava com perigo...era um jogo de meio de campo...e estávamos jogando contra 12..(o árbitro da partida, Sr. FDP Gustavo Mendez, foi subornado pela bagatela de U$20 mil para favorecer o River Plate, fato depois divulgado por uma escuta feita...o árbitro foi banido de competições oficiais)

    Os caras davam pontapés, faltas claras, e o maldito mandava o jogo seguir. Era muito claro o favorecimento...e o time do são Paulo começou a ficar nervoso com isso...

    Até que aos 30 e tantos minutos do primeiro tempo, a primeira chance real de gol para o Sampa, numa roubada de bola do Mineiro e uma arrancada de Amoroso que passou por três defensores, mas acabou chutando em cima do goleiro Constanzo.

    Depois disso seguiram os pontapés, mas em momento algum os argentinos assustaram. Rogério era um espectador da partida.

    Veio o intervalo, e a torcida vendo que o time estava se esforçando, não parava de cantar...foi desde o começo assim...naquela noite demos show....

    E como precisávamos fazer o resultado, pois o segundo jogo seria lá na Argentina, Paulo Autuori mandou a campo, o até então banco Souza que entrou no lugar de Renan.

    O time se encorpou, ganhou drible e força na transição para o ataque...

    O negócio da roubalheira estava tão feio, que Diós Lugano, deu uma entrada tão forte em um argentino no meio de campo, que a torcida começou a gritar seu nome pela porrada que ele tinha acabado de dar. Ele estava tão nervoso quanto qualquer torcedor com o árbitro.

    E então que depois de tanto martelar, bola na trave, zagueiro salvando em cima, acontece o lance do escanteio.

    Souza cobra para a área, a bola é rebatida e sobra para ZiDanilo, na entrada da área soltar a bomba no canto de Constanzo.

    Com o perdão da palavra: "PUTA QUE PARIU"!!!! Que chute foi aquele. O cara acertou na veia, sem dar chances alguma para o goleiro.

    Nas arquibancadas, todos nós nos abraçávamos como loucos. Enfim o gol tinha saído. Que partida amarrada, brigada, suada...

    E o gol, só fez o time querer mais e a torcida já estava enlouquecida...veio outra bola na trave, dessa vez em uma cobrança de falta em que Amoroso desviou de cabeça e o goleiro fez milagre.

    E então que, aos 43 minutos, para fechar o caixão, Luizão arranca pela direita, dá uma meia lua no zagueiro, e cruza....Lucho Gonzalez dentro da área, corta a bola com a mão...PEEEEEEEEENALTI....e olha que quem marcou foi o bandeirinha, porque se fosse pelo juíz, o lance passava batido.

    E lá foi nosso capitão, bater, fazer 2x0, e se transformar em artilheiro do tricolor na Libertadores daquele ano.

    Eu pulava junto com o Arnaldo, gritando que tinha acabado...que era a gente na final....e chorava muito...foi demais....

    Dá uma olhada nos melhores momentos da partida:



    E agora, umas fotos, mais uma vez, com uma máquina horrível....rsrsrs (clica para ampliar)


    Arnaldo, Eu, Dani e Junior na entrada do Morumba

    Penalti marcado

    Acreditem, Ceni batendo o penalti...rsrs

    Fim de jogo, cara de bobo, e placar ao fundo: 2x0!!!

    Continue lendo >>

    sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

    Jogos Inesquecíveis

    Vou começar a postar alguns jogos em que estava na torcida, e que foram sensacionalmente inesquecíveis para mim. Vou tentar passar um pouquinho da emoção que senti em cada jogo.

    Fato que como moro um pouco longe do Morumbi, cada ida ao estádio é uma festa. Tomara que gostem!!!

    Vou começar com uma partida da Libertadores.


    12 de maio de 2004


    Já fazia alguns anos que o São Paulo não participava da Libertadores, então, aquela emoção de ver meu time no principal torneio das Américas estava a flor da pele.



    Confesso que não gostava do time daquela época: Rogério Ceni, Cicinho, Rodrigo, Fabão e Gustavo Nery; Alexandre, Ramalho, Danilo e Marquinhos, Velber e Luís Fabiano.



    Fala sério, Gustavo Nery, Alexandre, Ramalho, Marquinhos e Velber, ou seja, metade do time, não passa nem pelo portão do CT hoje. O técnico era o Cuca, o que convenhamos, também não gerava muitas expectativas.



    E então, que em 12 de maio de 2004, fomos ao Morumbi, eu, minha irmã e meu cunhado para assistirmos São Paulo e Rosário Central pelas oitavas de final daquele ano.



    E o pensamento era esse mesmo, não temos um time tão bom, mas podemos chegar, afinal, nossa tradição em Libertadores fala por si só.



    No jogo de ida, lá em Rosário, o São Paulo perdeu por 1x0, ou seja, precisaria ganhar aqui por dois gols de diferença, ou então por um gol para levar para os pênaltis.



    Eu já tinha ido em alguns jogos do tricolor no Morumbi, mas nunca em Libertadores.



    O jogo estava marcado para 21:45, mas como não queríamos perder nada, saímos de Jacareí/SP, por volta das 17:00 e chegamos no estádio às 19:30.



    Somente quando chegamos lá que vi que os ingressos comprados eram para ficar bem atrás do gol, quase embaixo da Torcida Independente. Fiquei meio assim, afinal de contas, era bem atrás do gol.



    As horas foram passando e quando me dei conta, o Morumbi estava lotado. E quem esteve naquele dia no Morumbi sabe do que vou falar agora: tinha uma energia diferente no ar!! Não sei se era mistura de tensão, com ansiedade, com nervosismo, com otimismo. Fato é que até que a bola rolou, eu não conseguia parar quieto.



    E veio o jogo.



    O São Paulo entrou nervoso, errando muitos passes. O Rosário, naquela velha e conhecida catimba argentina, fechadinho lá atrás, só esperando para dar um contra ataque.



    E nos vários passes errados, principalmente do Marquinhos (ali ele se queimou com a torcida), Herrera recebeu a bola e na saída de Rogério Ceni, mandou para o fundo das redes. Eu estava justamente atrás desse gol.



    Foi uma ducha de água fria nos mais de 60 mil torcedores no Morumbi. A torcida ficou calada por um tempo, mas como já disse acima, tinha um clima diferente no estádio. E voltamos a gritar pelo time, tentando empurrá-lo.



    E no momento em que a torcida mais empurrava, o árbitro inventa um pênalti para o tricolor. No momento não sabia, só depois que fui ver o claro erro da arbitragem. A falta foi fora da área.



    Erros a parte, quem se apresenta para a cobrança? Ele, o cara na época, Luis Fabiano. Era gol certo. Os torcedores ao meu redor já imaginavam a virada dali a 5 minutos.



    E para desespero geral, Gaona, goleiro do Rosário, defende a cobrança, mal batida é verdade, de Luis Fabiano.



    Daí o negócio começou a desandar. Os passes errados, tornaram-se pior ainda. O Rosário começou a jogar solto.



    Foi então que Cuca, aos trinta e dois do primeiro tempo, tira Alexandre e coloca Grafite. Como uma injeção de ânimo, o time começa a jogar melhor e novamente a torcida cresce.



    Grafite entra muito bem e depois de algumas finalizações em que Gaona fez alguns milagres, surge o gol do São Paulo. Eram 44 minutos, bola na área do Rosário na cabeça de Rodrigo e dele para Grafite que empurra para o gol.



    O Morumbi explode. O grito de gol sai da garganta. Os olhos já enchem de lágrimas. O tricolor estava mais do que nunca, VIVO!!!



    Veio o intervalo e com ele uma idéia muito boa de Cuca de permanecer com os jogadores em campo e não descer para os vestiários. A torcida não parou de gritar durante o intervalo inteiro.



    O segundo tempo começou, e junto com ele a entrega das duas equipes. Dois times guerreiros, mas sem muita técnica. Foi então que Cuca fez mais duas alterações: Souza no lugar de Velber e Gabriel no lugar de Marquinhos.



    E por muito pouco o São Paulo sofre um gol aos 30 minutos. Passado o susto, hora de pressionar. E muito, pois era tudo ou nada, e precisávamos de pelo menos um golzinho para levar para os pênaltis.



    Chega a hora da torcida explodir novamente. Aos 34 minutos do segundo tempo, após um chute de Luis Fabiano que Gaona salvou, novamente Grafite, num gol chorado, de briga, faz 2x1 para o São Paulo.



    Eu que estava ali, bem atrás daquele gol, senti minhas pernas tremerem. Não sabia o que fazer, se gritar, rir, chorar. O Morumbi não parou mais. Até o apito final, empurramos o time de todas as formas, mas não teve jeito. Pênaltis a vista!



    Faço uma pausa aqui para falar sobre Rogério Ceni.



    Até então, Rogério não tinha ganho nenhum título como titular do São Paulo de maior expressão. O máximo que tínhamos chegado com ele foi na final da Copa do Brasil de 2000, onde perdemos para o Cruzeiro. Mas a admiração pelo goleiro já era grande, até pelo amor com que sempre vestiu a camisa tricolor. E detalhe: Luis Fabiano cobrou o pênalti no primeiro tempo e não Rogério.



    Voltando a decisão por pênaltis, adivinha em que gol foram batidos?? Exato, no lado que eu estava. Então dava para ver até os rostos de quem ia bater. Foi terrível. É uma tortura psicologia aquilo...rsrs mas muito bom!!!



    E começaram as cobranças de pênalti. Cicinho foi o primeiro a bater e.....perder!!! PQP, tanto ralo durante a partida para perder logo a primeira cobrança??



    Mas aí entra o nosso apelido: Time da Fé!!! E precisou ter muita fé mesmo!!!



    Os quatro batedores do Rosário converteram suas cobranças. Até que chegou o clímax da noite: o confronto entre Rogério e Gaona.



    Melhor do que eu escrever o que foi esse final, é ouvir a narração do Éder Luiz pela Transamérica (arrepia só de ouvir, dá vontade de chorar denovo)




    Eu me abraçava com pessoas que nunca tinha visto na vida, todos chorando, olhos vermelhos, sorrindo, aliviados!!!



    Para e pensa agora, o estado em que eu, minha irmã e meu cunhado estávamos ao final da partida...



    Pensou??? Vou ilustrar isso para vocês:



    Sério, nunca tinha passado por aquilo em um estádio. Foi muito forte. Só quem estava lá sabe o que foi.



    ps.: aqui estão mais duas fotos do local onde fiquei...(levem em consideração que a câmera não era definitivamente boa...rsrsrs)



    2º gol do Grafite

    Final do jogo

    Continue lendo >>

    Seguidores


    Divulgue o santo paulo blog

    Tricolores pelo mundo!!!

    Siga o SPB no seu mobile

    Siga o SPB no seu mobile

    HOMENAGEM: AQUI NÃO!!!


    Blog criado em 11/12/2008 por Rafa Monteiro. Política de privacidade.

    HOTWORDS

      ©santo paulo blog - Todos os direitos reservados.

    Template by Dicas Blogger | Topo